5 usos para o Jornal de Angola*

Posted: April 6, 2012 in Estiguem o Imperador, Humor


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*E, se calhar também, o Semanário Angolense

Caro leitor! Comprou o Jornal de Angola e teve que imediatamente vomitar o almoço depois de ler mais um editorial do José Ribeiro em elevado estado de decomposição? Comprou o Jornal de Angola e agora está com a casa toda a feder, devido a quantidade de lixo naquelas páginas? Não desanime! A Central está aqui para ajudar! Sugerimos 5 usos para o Jornal de Angola:

1) Embrulho

Precisa de embrulhar algum objecto de vidro para uma viagem qualquer? Já não tem material que forre? Use o Jornal! As páginas do editorial, principalmente as escritas pelo Afonso Bunga ou Paulina Frazão ou Artur Queiróz ou José Ribeiro são particularmente firmes para este propósito!

2) Acender o carvão

Dia de boda? Fim de semana e família veio em massa para o cacusso e os grelhados? Tem falta de material que ajude a acender o carvão? O Jornal de Angola é perfeito pra isso! Tem aí espalhadas as edições do mesmo dia ou semana? Bota no fogareiro! Acende o carvão! Pra quê gastar mais dinheiro se a palha toda já está aí? Luanda é uma cidade cara…toca a economizar. Se precisar de mais, é só comprar e pôr no carvão. Estará a lambuzar-se com cacusso em minutos!

3) Fazer aviões de papel

Qual foi a última vez que deste voz a criança que vive dentro de ti? Qual foi a última vez que fizeste um avião de papel? Tens Jornal de Angola em casa? Compraste a edição de hoje e não conseguiste sequer passar a capa? Toca a fazer aviões de papel! Se não é pra ti, então pega no teu filho e o ensina como fazer! Que bela ideia para passar uma bela tarde com os filhos e sobrinhos! Leva-os a Ilha ou a Fortaleza e aprecie os belos voos dos vossos aviões de papel!

4) Apanha-tintas

Está a pintar as paredes de casa? Não quer sujar o chão? JORNAL DE ANGOLA! Pegue na edição de hoje e espalhe pelo chão. Assim, enquanto pinta a parede não tem que se preocupar com a tinta a sujar o chão. Em vez disso, a tinta cairá na foto do Zé Kitumba que mais uma vez conseguiu ser capa! Genial!

5) Papel Higiénico

Esta já sabiamos, não é? Comeste calulu de peixe seco E feijão de óleo de palma à noite? Esqueceste que não tens papel higiénico em casa? A loja do Mamadou já fechou? Não há problema. Tás a ver ali no canto da casa de banho o editorial de hoje do Jornal de Angola, escrito pelos escribas do costume? Diz o pessoal que estas páginas são especialmente macias! Toca a ser higiénico, é para isso que serve o Jornal!

Tem mais ideias de como o Jornal de Angola pode ser usado? Escreva nos comentários!

Comments
  1. dacena says:

    Eu tenho um bela idéia, é só não comprá-lo

  2. Manzambi says:

    O jornal de Angola é uma porcaria So fala Contra os Angolanos eu personalmento nunca vou Comprar Aquele merda do Ribeiro filho da puta do portugues.

    O que pode fazer O portugues do Ribeiro é voltar na terra Deles em portugal.

  3. moni says:

    cuidado com os estrangeiro em angola

  4. Junior says:

    Meus irmaos os gestrangeiros em Angola estao a nos roubar simplesmente e o que me da mas raiva é quando vejo o numero de jovens desempregados e que nas obras em Angola as grandes impresas chinesas fazem vir trabalhadores de China, isso é o mundo ao inverso! é ai que eu vejo que gouverno do MPLA nao serve para nada, tao a vender o pais aos estrangeiros!

  5. kilamu says:

    Pode-se usar naqueles dias chuvosos, para não sujar os tapetes do carro,
    acho que tbm bate…Heheheheee.

  6. Maria A. Guimarães says:

    O JORNAL DE ANGOLA ficou muito «incomodado» com a notícia de que a magistratura portuguesa abrira um inquérito contra três altas figuras do regime, por suspeita de branqueamento de capitais. E logo apareceu, também, o «insuspeito» NOVO JORNAL, a atacar a magistratura portuguesa, falando de racismo e de inveja colonialista.
    O «interessante» é que, tempos atrás, nada disseram do facto de as autoridades norte-americanas não terem permitido a entrada no país do então vice-presidente da República, que devia ir discursar na Assembleia Geral das Nações Unidas. Foi, também, silenciado o facto de existir um mandato da «INTERPOL» contra aquele mesmo dirigente.
    Agora «ai Jesus», «violação do segredo de justiça», «racismo dos tugas», «inveja dos colonialistas» e por aí adiante. Mas nada sobre os motivos de fundo que podem estar por detrás do inquérito.
    E logo apareceu um governante português a manifestar o seu apoio às autoridades angolanas: o ministro Paulo Portas, vulgo «Paulinho das Feiras». Fraco apoio, é bem de ver, por parte de um governo cada vez mais desacreditado e isolado.
    Para ajudar à compreensão deste e de outros incidentes semelhantes, aqui vai uma
    HISTÓRIA EXEMPLAR
    Em Lisboa, na Avenida da Liberdade, numa dessas chiquérrimas lojas para estrangeiros endinheirados, duas senhoras angolanas compraram o recheio todo. Isso, «o recheio todo». E a empregada:
    – Se as senhoras quiserem vamos pô-las ao hotel. E transportamos toda a mercadoria. Não têm de pagar nada.
    – Não é preciso. Ali o preto leva.
    E lá veio o «preto» carregar as muitas compras das senhoras.
    Nem no tempo colonial se vira tal coisa. «Ali o preto leva». Bem dizia o saudoso Amilcar Cabral:
    – Não são só os brancos que exploram. Há pretos que querem explorar ainda mais que os brancos.
    Aí estão, pois, os «novos colonialistas», os amigos do «Paulinho das Feiras». Exaltados pelo NOVO JORNAL, órgão de comunicação reconvertido ao «novo colonialismo». Afinal, em Angola, o dinheiro compra tudo.

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